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Processo da “cuspidela” entre presidente do Arouca e Bruno de Carvalho chega ao fim

Este artigo tem mais de 6 anos

O processo que opunha o ex-presidente leonino, Bruno de Carvalho e o presidente do Arouca, Carlos Pinho, foi declarado extinto civil e penalmente pelo juiz do Tribunal de Lisboa.

A notícia foi avançada pelo Jornal de Notícias (JN). Segundo o diário, o processo acabou extinto sem qualquer acordo visto que Carlos Pinho desistiu da queixa contra Bruno de Carvalho no caso da alegada cuspidela em Alvalade.

Escreve o JN que o acordo entre as partes ainda tinha de ser homologado pelo tribunal para ser finalizado, tal como acabou por suceder esta segunda-feira, dia 13.

Nas redes redes sociais, Bruno de Carvalho escreveu na sua página de Facebook que espera que nunca se fale “mais neste assunto” e que “Carlos Pinho perdeu o processo”.

Carlos Pinho acusava o ex-presidente leonino da prática de dois crimes de injúria e um crime de difamação.

Os factos remontam a 6 novembro de 2016, data da vitória do Sporting sobre o Arouca (3-0), na 10.ª jornada da I Liga portuguesa de 2016/17, após a qual Bruno de Carvalho e Carlos Pinho se desentenderam na zona dos balneários do Estádio José Alvalade.

O Arouca acusou Bruno de Carvalho de ter cuspido na cara de Carlos Pinho, enquanto o Sporting refutou a acusação e disse que o líder do clube visitante tentou agredir o ex-presidente ‘leonino’.

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