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União dos Sindicatos da Madeira quer salário mínimo nos 650

Este artigo tem mais de 7 anos

A União dos Sindicatos da Madeira (USAM) defendeu hoje que o Salário Mínimo Nacional no arquipélago deve ser de 650 euros este ano, acrescidos de 7% ao abrigo dos custos de insularidade.

“Nós defendemos que o Salário Mínimo Nacional na Madeira deve ser de 650 euros, acrescido de 7% de subsídio de insularidade para todos os trabalhadores, quer trabalhem no setor público, quer trabalhem no privado”, disse hoje o dirigente da USAM Adolfo Freitas, em conferência de imprensa no Funchal.

O Governo Regional fixou como salário mínimo na Região 635 euros para o setor público (valor igual ao do continente) e 615 euros para o setor privado (600 euros no continente).

Adolfo Freitas defendeu ainda que, nos casos de impasse negocial entre patrões e trabalhadores em que seja necessária a intervenção governamental, o Governo Regional deve impor os 3,9% de aumento, ou seja, a percentagem que fixou na região.

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