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Ministério do Ambiente e autoridade marítima tentam descobrir o que afetou aves com crude

Este artigo tem mais de 8 anos

O Ministério do Ambiente está a trabalhar com a autoridade marítima para encontrar a origem da poluição que afetou duas dezenas de aves que foram encontradas na costa com crude, disse hoje o ministro João Pedro Matos Fernandes.

“Desde há três/quatro dias que essas aves têm aparecido. Não em grande quantidade, mas têm aparecido”, disse o governante aos jornalistas, em Tondela.

Segundo João Pedro Matos Fernandes, “as análises que foram feitas à qualidade das águas do mar revelam que houve uma descarga de hidrocarbonetos”.

“Estamos a falar de concentrações muito baixas, mas que são superiores ao estado normal das águas. Estamos a trabalhar com a autoridade marítima com o objetivo de encontrar a fonte poluidora, sendo que isso ainda não aconteceu”, afirmou.

O jornal Público refere que este “é um episódio sem precedentes e com origem ainda desconhecida”.

“Entre 5 e 8 de Janeiro, 21 aves foram encontradas na costa Norte do país cobertas com hidrocarbonetos. Dezoito delas foram encontradas com vida. As outras três estavam mortas”, acrescenta.

As aves “foram encaminhadas para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos (CRAM), na Gafanha da Nazaré, onde estão a ser tratadas e alvo de análise para que se possa descobrir a origem da contaminação”, acrescenta o mesmo jornal.

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