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Malaui deve agir mais rapidamente contra perseguição aos albinos

Este artigo tem mais de 7 anos

Os culpados de perseguição dos albinos no Malaui devem ser investigados e julgados e com maior rapidez, defende a Amnistia Internacional, que refere a existência de casos em países vizinhos como Moçambique.

Números da polícia do Malaui recolhidos apontam para 148 crimes contra albinos desde novembro de 2014, incluindo 14 homicídios e sete tentativas de homicídio, segundo dados da polícia, mas a organização não governamental estima que pelo menos 21 pessoas com albinismo tenham sido mortas nos últimos quatro anos.

“O fato de demorar tanto tempo para que os casos sejam investigados ou julgados nos tribunais é uma prova grave das falhas sistemáticas no sistema de justiça criminal do Malaui. As autoridades devem acabar imediatamente com a impunidade desses crimes”, afirmou Deprose Muchena, diretor regional da Anistia Internacional para a África Austral.

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