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Incêndios na Califórnia deixam 35 mortos e obrigam 100 mil a sair de casa

Este artigo tem mais de 8 anos

O balanço de mortos na Califórnia subiu para 35 este sábado, enquanto os bombeiros tentavam controlar as chamas que forçaram a retirada de 100 mil pessoas.

Cerca de 865 quilómetros quadrados de áreas residenciais, florestas e outras propriedades foram arrasados pelo fogo desde domingo na chamada região do vinho deste estado da costa oeste dos Estados Unidos, informou o Corpo de Bombeiros (CalFire).

“Estes incêndios foram extremamente destrutivos, com uma estimativa de 5.700 estruturas arrasadas. Enquanto as equipas de resgate continuam em busca de desaparecidos, o balanço de mortos subiu para 35”, indicou o CalFire em comunicado.

O prognóstico para as próximas horas é que o fogo aumente devido à intensidade do vento, que deve diminuir apenas durante a noite.

Diversas igrejas foram usadas como abrigo para alojar aqueles que perderam as suas casas e como local de descanso dos 10 mil bombeiros que combatem as chamas, indicou o jornal Sacramento Bee.

Os incêndios florestais são comuns no oeste dos Estados Unidos durante a estação de seca nos meses mais quentes. Mas os desta semana foram os mais fatais na história da Califórnia, segundo as autoridades.

O fogo do parque Griffith, em Los Angeles, em 1933, teve um balanço de 29 mortos, e 25 pessoas morreram no de Oakland Hills dois anos antes.

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