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Fábio Guerra morreu em “ação policial”, conclui inquérito feito pela PSP

Este artigo tem mais de 4 anos

O agente da PSP Fábio Guerra, agredido à porta de uma discoteca de Lisboa numa noite de folga, morreu durante uma “ação policial”.

Fábio Guerra foi agredido quando, em março deste ano e após uma noite de diversão com três colegas polícias, tentou apaziguar os confrontos que decorriam junto à discoteca Mome.

Um inquérito efetuado pela PSP concluiu que o jovem atuou como agente da polícia e esse fator permitirá à família, segundo o ministério da Administração Interna (MAI), receber uma “pensão de preço de sangue e uma compensação especial por morte”, escreve o Jornal de Notícias (JN) na edição desta quarta-feira.

O valor da indemnização rondará os 176 mil euros.

A então ministra da Administração Interna, Francisca Van Dunem, requereu a abertura de um inquérito para “apurar os factos” relativos ao falecimento do agente Fábio Guerra.

Antes do requerimento pedido por Van Dunem, Magina da Silva, diretor nacional da PSP, assegurava que seriam acionados “os procedimentos administrativos tendentes à atribuição das compensações previstas por morte violenta ocorrida em ação policial”, ainda que o ato tenha “ocorrido fora de serviço”.

Clóvis Cláudio Duval Abreu, de 24 anos, suspeito do envolvimento na morte do agente da Polícia de Segurança Pública (PSP) Fábio Guerra, continua desaparecido.

Fábio Guerra morreu a 21 de março no Hospital de São José, em Lisboa, devido a graves lesões cerebrais sofridas.

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