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Estados Unidos pressionam China para ser inflexível com a Coreia do Norte

Este artigo tem mais de 8 anos

As declarações surgem após Pyongyang ter conseguido um lançamento bem-sucedido de um míssil balístico intercontinental.

A embaixadora dos Estados Unidos da América na Organização das Nações Unidas avisou, na quarta-feira, os dirigentes chineses para os riscos que correm os seus massivos fluxos comerciais bilaterais se comerciar com a Coreia do Norte em violação das sanções internacionais.

As observações de Nikki Haley foram feitas durante um discurso contundente no Conselho de Segurança, reunido de emergência depois de os dirigentes de Pyongyang terem conseguido um lançamento bem-sucedido de um míssil balístico intercontinental.

Haley afirmou que “o mundo tornou-se um lugar mais perigoso”, garantindo que os EUA vão usar a sua “considerável força militar” para se defenderem e aos seus aliados, mas que preferem fazer opressão através do comércio.

Acrescentou ainda que “muito do peso de garantir a aplicação das sanções da ONU está sobre a China”, que representa 90% do comércio externo da Coreia do Norte.

Haley afirmou também que a Casa Branca vai trabalhar com a China e outros países, mas que não vai repetir “abordagens inadequadas”.

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