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Escola de Vila D’Este, em Gaia, fechada a cadeado. Pais exigem mais funcionários

Este artigo tem mais de 6 anos

A escola EB 2,3 de Vila D’Este, em Vila Nova de Gaia, esteve hoje fechada a cadeado cerca de duas horas e meia por iniciativa de pais que exigem mais funcionários, os quais a tutela garante que já chegaram.

“Ninguém entra!” e “Queremos condições” – foram algumas das frases entoadas por pais e alunos da EB 2,3 de Vila D’Este que acolhe cerca de 600 estudantes.

A PSP foi chamada ao local cerca das 10:30 para registar a ocorrência e assegurar a abertura dos portões por parte da direção da escola, confirmou à agência Lusa fonte do Comando Metropolitano do Porto.

“Há falta de funcionários. Há serviços fechados e a funcionar a meio gás como é o caso do ‘buffet’. Há funcionários a fazer horário excessivo. Algo tem de mudar. Alguém tem de fazer alguma coisa”, referiu uma das mães que encabeçou este protesto, Joana Oliveira.

A agência Lusa contactou o Ministério da Educação que, em resposta escrita, referiu que este agrupamento de escolas “viu o seu corpo de funcionários reforçado” e que os dois funcionários contratados a tempo indeterminado, ou seja, com vínculo permanente, apresentaram-se na escola “exatamente esta manhã”.

Sem a adesão da Associação de Pais daquela escola, esta ação foi desencadeada por um grupo de encarregados de educação que mostra descontentamento pela decisão da direção de fechar o estabelecimento de ensino duas tardes mais cedo esta semana.

“Há de facto limitações e houve a necessidade de, excecionalmente, fechar a escola às 15:00. Mas a direção da escola explicou-nos a situação e em breve chegam mais funcionários”, disse à Lusa a presidente da Associação de Pais, Andreia Teixeira.

A agência Lusa contactou o Ministério da Educação que, em resposta escrita, referiu que este agrupamento de escolas “viu o seu corpo de funcionários reforçado” e que os dois funcionários contratados a tempo indeterminado, ou seja, com vínculo permanente, apresentaram-se na escola “exatamente esta manhã”.

O Ministério acrescenta que, “terminado que está o processo de contratação, este agrupamento pode agora recorrer à reserva de recrutamento [ferramenta conhecida como bolsa de contratação], para suprir situações de ausências prolongadas, o que possibilita o reforço de mais um funcionário”.

Perante este protesto, a direção do Agrupamento de Escolas de Vila D’Este informou esta manhã o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues que se demarca desta iniciativa.

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