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Concelho de Lisboa ultrapassa limite de concentração de ozono

Este artigo tem mais de 2 anos

O concelho de Lisboa atingiu hoje 193 microgramas de ozono por metro cúbico, nível que pode provocar “alguns efeitos na saúde humana”, especialmente em crianças, idosos e doentes respiratórios ou cardíacos, anunciou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.

Em comunicado, a CCDRLVT – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo indica que foi ultrapassado, nas estações de monitorização da qualidade do ar, o limite de 180 microgramas de ozono por metro cúbico.

De acordo com a divisão de avaliação de monitorização ambiental da CCDRLVT, a situação verificou-se entre as 14:00 e as 15:00 de hoje na estação dos Olivais.

Entre as 15:00 e as 16:00, a estação do Beato registou 213 microgramas de ozono por metro cúbico, mais 20 microgramas de ozono por metro cúbico do que na hora anterior.

Também os concelhos de Barreiro e Seixal excederam o limite de ozono na atmosfera.

O concelho do Berreiro assinalou, através da estação da Escavadeira, 181 microgramas de ozono por metro cúbico, entre as 13:00 e as 14:00, e 193 microgramas de ozono por metro cúbico, entre as 14:00 e as 15:00.

Por sua vez, o concelho do Seixal atingiu, segundo dados da estação de Paio Pires, 184 microgramas de ozono por metro cúbico, entre as 15:00 e as 16:00.

“A exposição a este poluente afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos”, salienta.

A CCDRLVT recomenda que os grupos da população mais sensíveis “reduzam ao mínimo a atividade física intensa ao ar livre e evitem a permanência no exterior”.

(Notícia atualizada às 18h02)

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