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Ataques defensivos dos EUA e da Grã-Bretanha não vão parar Houthis

Este artigo tem mais de 2 anos

O líder do Conselho Presidencial do Iémen apelou hoje ao apoio dos Estados Unidos e da Arábia Saudita para “eliminar” a capacidade dos Houthis de realizarem ataques a navios, defendendo que as operações defensivas não chegam.

“As operações defensivas não são a solução”, disse Rashad al-Alimi numa conferência de imprensa na capital saudita, Riade, citado pela AFP, referindo-se aos ataques norte-americanos e britânicos contra os rebeldes iemenitas.

“A solução é eliminar as capacidades militares dos Houthis”, defendeu.

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) disse ter atingido, esta madrugada, um míssil antinavio dos Houthis, ”pronto para ser lançado”, em direção ao mar Vermelho.

Desde novembro, os rebeldes iemenitas Houthis dizem atacar navios no mar Vermelho e no Golfo de Aden que consideram ligados a Israel, em “solidariedade” com os palestinianos da Faixa de Gaza, afetados pela guerra entre o Exército israelita e o movimento islamita palestiniano Hamas.

Perante o aumento dos ataques no mar Vermelho, os Estados Unidos, por vezes com o aliado Reino Unido, começaram a partir do início de janeiro a lançar ataques a posições Houthis no Iémen, com o objetivo de “proteger” o tráfego marítimo dos ataques dos rebeldes, apoiados pelo Irão.

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