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Qual é o melhor emprego dos Estados Unidos? Cientista de dados

Este artigo tem mais de 8 anos

Pelo terceiro ano consecutivo, os cientistas de dados são os profissionais com o melhor emprego nos Estados Unidos. O salário anual acima dos 80 mil euros, as mais de 4 mil vagas disponíveis e a satisfação com o trabalho são os fatores tidos em conta na análise dos melhores empregos norte-americanos.

O que quer ser quando for grande? Se a resposta for Cientista de Dados nos Estados Unidos da América, parabéns. Parabéns porque o sonho vai compensar, ou, pelo menos, é isso que uma lista compilada pela Glassdoor mostra.

Todos os anos, a empresa organiza uma lista com os melhores 50 empregos nos Estados Unidos. O salário, a satisfação no emprego e o número de vagas são os fatores tidos em conta na construção desta lista. Nos últimos três anos, os líderes são os cientistas de dados.

  1. Cientista de dados;
  2. Engenheiro de desenvolvimento e operações de software;
  3. Gestor de marketing;
  4. Terapeuta ocupacional;
  5. Gestor de recursos humanos;
  6. Engenheiro elétrico;
  7. Gestor de estratégia;
  8. Programador de mobile;
  9. Gestor de produto;
  10. Engenheiro de fabrico.

A lista completa pode ser vista aqui (ligação em inglês).

Andrew Chamberlain, da Glassdoor, diz que há 4.524 vagas para cientistas de dados por preencher nos Estados Unidos. Quem as ocupar terá direito a um salário base médio de 110 mil dólares anuais (perto de 89 mil euros) e junta-se a uma classe que tem uma elevada satisfação laboral — em 5 pontos possíveis, os cientistas de dados dão 4,2 pontos ao trabalho que têm.

“Não são apenas as empresas tecnológicas que estão a atropelar-se para contratar cientistas de dados. Outras indústrias, da saúde às que não têm fins lucrativos, ao retalho, estão também à procura deste talento”, disse o principal economista da empresa num comunicado citado pela ‘Fast Company’.

Mas não são apenas estes profissionais que podem olhar para o futuro com um sorriso. “Os empregos diretamente envolvidos na tomada de decisões para os negócios, como sejam os analistas de negócios, os gestores de estratégia ou do desenvolvimento de negócios, são muito procurados”, acrescenta Chamberlain.

Para além disso, as chamadas soft skills, como a criatividade, capacidade de interpretação e a flexibilidade “são aspetos do trabalho que são muito difíceis de automatizar”, garantindo que, quem dominar estas competências, dificilmente verá uma máquina a roubar-lhe o emprego.

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