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ASAE desmantelou depuradora de bivalves ilegal em Estarreja

Este artigo tem mais de 9 anos

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu a atividade de um centro de depuração de bivalves que estava a funcionar ilegalmente há mais de um ano em Estarreja, anunciou hoje aquele organismo.

Em comunicado, a ASAE refere que, após uma investigação, detetou um armazém sem licenciamento que “funcionava como centro ilegal de receção e expedição de moluscos bivalves vivos, apanhados ilegalmente e sem qualquer documentação da sua origem”.

“No interior do armazém, sem número de controlo veterinário, foram encontrados três tanques em betão sem os revestimentos legalmente necessários à depuração destes moluscos”, refere a mesma nota.

Durante a operação foram apreendidos 214 quilos de amêijoa japónica, fina e berbigão, no valor aproximado de 1.600 euros, que foram restituídos ao meio natural.

A ASAE instaurou um processo de contraordenação por falta de licenciamento e ausência de condições técnico funcionais para o exercício da atividade, que durava há pelo menos um ano.

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