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OE2017: Catarina Martins acredita que “ainda há margem” para negociar pensões mínimas

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A coordenadora do Bloco de Esquerda disse hoje que “ainda há margem” para negociar um aumento das pensões mínimas e que decorrem negociações nesse sentido, ao abrigo do debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2017.

“Reconhecemos que houve um esforço muito grande sobre as pensões. Julgo que foi um trabalho muito grande de vários partidos para ser possível. Achamos que ainda há margem para melhorar e que as pensões não devem ficar para trás”, afirmou Catarina Martins,escusando-se a apontar valores.

Falando aos jornalistas, em Viana do Castelo, à margem de uma sessão intitulada “Que Orçamento para Portugal- O que quer o Bloco”, Catarina Martins afirmou que “não se tem perdido nenhum dia de negociação para melhorar” o Orçamento do Estado (OE) para 2017 e que a entrega de propostas, nesse sentido, termina ao final do dia de sexta-feira.

“Continuamos a conversar. Este Orçamento do Estado tem o maior aumento de pensões da década e julgo que não deve deixar ninguém para trás”, referiu.

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) lembrou que a proposta do partido “foi sempre” de um aumento de 10 euros para as pensões mais baixas e sublinhou que “está a existir um esforço grande por parte de vários partidos para fazer do OE na especialidade um orçamento melhor do que o que entrou na generalidade”.

“Seguramente, a questão das pensões é uma questão essencial”, disse, manifestando a “expetativa” de que, na sexta-feira, possam existir “notícias mais claras sobre a possibilidade de reforço de todas as pensões até aos 628 euros”.

“As negociações fazem-se à mesa. É assim que trabalhamos”, frisou.

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