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Empresas da Zona Franca da Madeira vão ter de devolver mil milhões em ajudas ilegais

Este artigo tem mais de 4 anos

Cerca de 300 empresas da Zona Franca da Madeira (ZFM) terão de restituir cerca de mil milhões de euros ao Estado por benefícios fiscais que receberam indevidamente desde 2007.

Autoridade Tributária vai exigir a 300 empresas da Zona Franca da Madeira a reposição aos cofres públicos de cerca de mil milhões de euros em ajudas consideradas ilegais, avança o Público esta segunda-feira.

De acordo com a publicação, as empresas só podiam beneficiar de uma taxa de IRC reduzida (que variou de 3% a 5% entre 2007 e 2020) caso criassem e mantivessem um determinado número de postos de trabalho no arquipélago, o que a Comissão Europeia alega que não aconteceu.

Portugal terá agora de exigir a devolução das ajudas em IRC a cerca de 300 empresas, algumas das quais já cessaram atividade.

Ao todo, aponta ao Público o secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, os reembolsos chegam a “perto de mil milhões”.

Os mil milhões, disse a mesma fonte, correspondem ao montante dos auxílios considerados ilegais, ainda sem contar com os juros a pagar pelas empresas.

De acordo com a publicação, já foram identificados beneficiários, os montantes das ajudas e Portugal conta avançar com as primeiras notificações até ao fim deste ano.

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