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CGD: Presidente do BCP apela à “discrição e estabilidade” da banca

Este artigo tem mais de 9 anos

O presidente do BCP, Nuno Amado, escusou-se hoje a comentar a polémica sobre a entrega das declarações de rendimentos e património dos novos administradores da CGD, apelando a uma maior discrição e estabilidade no setor bancário.

“Preocupado com o braço-de-ferro? Eu não vou comentar a Caixa. A única coisa que eu comento é que, pelos motivos que todos entendemos, a banca esteja menos nos media, esteja o mais ‘low profile’ possível e o mais discreta possível”, afirmou Nuno Amado, durante a conferência de imprensa de divulgação das contas do BCP nos primeiros nove meses do ano.

Nuno Amado vincou que “tudo o que seja caminhar para a normalização” lhe “parece bem”.

“Sobre a CGD não farei qualquer comentário”, vincou, assinalando apenas que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) “é um banco público de referência”.

E rematou: “[A CGD] é o maior banco português público. Nós gostaríamos de ser o maior banco português privado. Quanto mais discrição e mais estabilidade, melhor”.

O Tribunal Constitucional notificou hoje os membros da administração da CGD para que entreguem as declarações de rendimentos, disse à Lusa fonte oficial do Palácio Ratton.

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