• Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião
Mais
  • Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião

WikiLeaks. Pamela Anderson pede para se “salvar a vida” de Julian Assange

Este artigo tem mais de 7 anos

A atriz Pamela Anderson pediu para se “salvar a vida” de Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, depois de visitá-lo na prisão londrina de Belmarsh, onde está preso desde que foi detido na embaixada do Equador, a 11 de abril.

“Temos de salvar a vida” de Assange, afirmou a atriz, uma das celebridades que defendem o especialista em informática.

“Foi muito duro ver Julian aqui”, disse Pamela aos jornalistas que se encontravam em frente à prisão de alta segurança, situada no sudeste de Londres.

Assange “não merece” estar preso, afirmou. “Nunca cometeu atos violentos, é inocente”, acrescentou.

“Temos que continuar a lutar, porque é injusto [Assange estar preso]. Foi muito sacrificado por trazer a verdade à tona”, defendeu, referindo-se às revelações sobre, entre outras questões, a atuação das tropas americanas no Iraque e no Afeganistão.

Segundo o The Guardian, Pamela referiu que Assange “é um bom homem, é uma pessoa incrível”. Durante a visita, a atriz usou o que parecia ser uma capa coberta de texto que fazia referência à prisão, à tirania e a Oliver Cromwell, líder político inglês.

No Twitter, a atriz publicou uma mensagem em que refere a inocência de Julian Assange, assinada também pela designer de moda Vivienne Westwood.

Pamela também chegou a visitar Assange na embaixada do Equador em Londres, onde viveu por quase sete anos. Assange pediu asilo ali em junho de 2012, quando era reivindicado pela Justiça da Suécia por acusações de violação arquivadas desde então.

Agora, com 47 anos, o australiano sempre disse temer que a extradição para a Suécia fosse apenas uma maneira de ser entregue aos Estados Unidos. Nos EUA, Assange temia ser condenado à pena de morte pela publicação, em 2010, de milhares de documentos secretos diplomáticos e militares.

A 11 de abril, o presidente do Equador, Lenín Moreno, retirou-lhe o asilo diplomático concedido pelo seu antecessor, Rafael Correa, assim como a nacionalidade equatoriana. Isto permitiu que as autoridades britânicas entrassem na embaixada para o prender.

A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil!

Levamos todos os dias aos nossos leitores informação que ajuda a entender o mundo e a tomar decisões. Porque acreditamos que a importância do jornalismo está diretamente relacionada com a sua utilidade e impacto

Veja também

Em Destaque

Últimas