• Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião
Mais

Trump e Zelensky podem encontrar-se segunda vez em Roma

Este artigo tem mais de 1 ano

Os presidentes da Ucrânia e dos Estados Unidos encontraram-se hoje em Roma, à margem do funeral do Papa Francisco, numa altura em que Donald Trump está a pressionar um rápido cessar fogo entre Ucrânia e Rússia. As equipas dos presidentes dos Estados Unidos e da Ucrânia estão a tentar organizar para hoje um novo encontro…

“A reunião ocorreu e já terminou”, disse aos jornalistas o porta-voz presidencial ucraniano, Sergei Nykyforov, escusando-se a mais detalhes.

Por seu lado, a Casa Branca disse que os dois chefes de estado tiveram uma reunião “muito produtiva”.

“O Presidente Trump e o Presidente Zelensky encontraram-se hoje em privado e tiveram uma reunião muito produtiva”, disse o diretor de comunicação da Casa Branca, Steven Cheung, remetendo detalhes para mais tarde.

Segundo o porta-voz presidencial ucraniano, Trump e Zelensky tiveram já hoje um primeiro encontro de 15 minutos dentro da Basílica de São Pedro, antes do início do funeral do Papa Francisco, tendo decidido continuar durante o dia de hoje as conversações.

As fotografias da reunião foram divulgadas pelo gabinete de Zelensky e mostram os dois presidentes sentados frente a frente.
Kiev já saudou a primeira troca “construtiva” entre Zelensky e Trump.

Dezenas de chefes de Estado e de governo, bem como outros altos dirigentes, reuniram-se este sábado em Roma para participar no funeral do Papa Francisco, proporcionando diversos encontros e reuniões diplomáticas.

Na sexta-feira à noite, o presidente dos Estados Unidos deixou a garantia que a Rússia e a Ucrânia estavam “muito perto de um acordo”, embora sem revelar pormenores.

Já o seu homólogo russo Vladimir Putin, com quem vem desenvolvendo uma reaproximação significativa há vários meses, admitiu a “possibilidade” de “negociações diretas” entre Moscovo e Kiev.

Desde 2022, altura em que fracassaram as negociações entre os dois países em guerra, que não existem mais negociações diretas.

*Com agências

Veja também

Em Destaque

Últimas