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Tiago Mayan perspetiva um “vendaval liberal” no domingo de presidenciais

Este artigo tem mais de 5 anos

O candidato Tiago Mayan Gonçalves disse hoje que concorreu às presidenciais para não deixar o combate entregue a socialistas, extremistas e populistas e mostrar uma alternativa ao “calculismo” de Marcelo Rebelo de Sousa, perspetivando um “vendaval liberal” no domingo.

“Entrei nesta corrida porque não podia deixar milhares de portugueses sem voz. Não podia deixar este combate entregue a socialistas, extremistas e populistas. Mostrei que há um caminho diferente para quem não se revê no calculismo de Marcelo Rebelo de Sousa, não acredita nos projetos fracassados da esquerda e não aceita dar o seu voto a quem passou a campanha inteira a colocar portugueses contra portugueses”, afirmou o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal (IL) no comício ‘online’ que encerra hoje a campanha eleitoral.

A falar desde o Porto, Mayan, que é pela primeira o rosto de uma candidatura, referiu que, nos últimos cinco anos, o PS “contou com um cúmplice de peso no caminho para o empobrecimento”.

“O aliado foi Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente que alinhou nas narrativas socialistas, aderiu a pactos de silêncio e, na hora de escolher, escolheu sempre estar ao lado do Governo. Basta olhar para os apoios que tem dentro do PS para se perceber que Marcelo é mesmo o candidato dos donos disto tudo, do grande centrão de interesses”, salientou.

E continuou: “Se for eleito, Marcelo arrisca-se a terminar o seu mandato como o presidente do País mais pobre da União Europeia. É essa a marca que não se importa de deixar para a história. Eu não quero essa herança”.

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