Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt
Estas declarações acontecem depois de oito líderes fazerem uma declaração conjunta logo após conversarem com Trump e Zelensky.
Participam na declaração conjunta de líderes nomes como chanceler alemão Friedrich Merz, o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni.
Este documento também foi assinado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pelo primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, pelo presidente finlandês, Alexander Stubb, e pelo presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa.
Citados pela Sky News, os líderes afirmaram que “receberam com satisfação os esforços do presidente Trump para interromper a matança na Ucrânia, acabar com a guerra de agressão da Rússia e alcançar uma paz justa e duradoura”.
Referem também que o próximo passo deve ser novas negociações entre Trump e Putin, que incluam o presidente ucraniano Zelensky.
Assim estão “prontos para trabalhar” com Trump e Zelensky para fazer a reunião trilateral acontecer.
A declaração acrescentou que a Ucrânia deve ter “garantias de segurança sólidas” para se defender e que “nenhuma limitação deve ser imposta às forças armadas da Ucrânia”.
O primeiro-ministro Sir Keir Starmer disse depois numa declaração própria que “os esforços do presidente Trump deixaram-nos mais perto do que nunca de acabar com a guerra ilegal da Rússia na Ucrânia”. ” A liderança na procura pelo fim da matança deve ser elogiada”, referiu.
Mais ainda, sublinha que as garantias de segurança da Europa e dos EUA à Ucrânia seriam cruciais para “dissuadir Putin” de seguir em frente, e que os países “continuariam a apertar os parafusos da sua máquina de guerra com ainda mais sanções” até que Putin “interrompa o ataque bárbaro”.
Também o presidente ucraniano divulgou outra declaração após o encontro de Trump com Putin, onde insistiu que “a paz real deve ser alcançada” e não “apenas mais uma pausa entre as invasões russas”.
Soube-se depois que Zelensky, se deve encontrar com Trump em Washington na segunda-feira, e já falou ao telefone com o presidente dos EUA.
“As sanções devem ser reforçadas [contra a Rússia] se não houver uma reunião trilateral ou se a Rússia tentar evitar um fim honesto para a guerra”, acrescentou.
Today, following a conversation with President Trump, we further coordinated positions with European leaders. The positions are clear. A real peace must be achieved, one that will be lasting, not just another pause between Russian invasions.
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) August 16, 2025
Killings must stop as soon as…
Entretanto, durante a manhã outros líderes foram reagindo. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen agradeceu a Trump pela atualização das discussões e enfatizou a importância de fortes garantias de segurança para a Ucrânia.
Thank you @POTUS for the update on discussions in Alaska.
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) August 16, 2025
The EU is working closely with @ZelenskyyUA and the United States to reach a just and lasting peace.
Strong security guarantees that protect Ukrainian and European vital security interests are essential.
O presidente francês Emmanuel Macron sublinhou que era “vital” continuar a apoiar a Ucrânia e manter a pressão sobre a Rússia. Destacou também que era essencial lembrar a “tendência bem estabelecida da Rússia de não honrar os seus próprios compromissos”.
Coordination meeting this morning with President Trump, President Zelensky, and my European partners following the meeting between President Trump and President Putin in Alaska.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) August 16, 2025
At the conclusion of this meeting, we continued our discussions with my European counterparts.…
Pela Itália, Giorgia Meloni, destacou que as negociações no Alasca ofereceram um “vislumbre de esperança” para a paz na Ucrânia.
Si apre finalmente uno spiraglio per discutere di pace in Ucraina. L’Italia sta facendo la sua parte insieme ai suoi alleati occidentali.
— Giorgia Meloni (@GiorgiaMeloni) August 16, 2025
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, partilhou a declaração da Comissão Europeia nas redes sociais, que dizia que os líderes “receberam com satisfação os esforços do presidente Trump para impedir a matança na Ucrânia”.
O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, agradeceu a Trump pelo briefing e disse que as garantias de segurança para a Ucrânia eram cruciais, com a colaboração com Zelensky para uma “paz justa e duradoura”.
Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, elogiou os esforços diplomáticos de Trump e declarou: “A matança deve parar”.
We welcome @POTUS diplomatic efforts to put an end to Russia’s war of aggression against Ukraine.
— António Costa (@eucopresident) August 16, 2025
The killing must stop.
The European Union will continue engaged with @ZelenskyyUA and U.S. to achieve a just and lasting peace.https://t.co/q5EkyMnKk3
