Benjamin Crump, o advogado principal, indicou ainda que os registos médicos de emergência mostraram que Floyd estava morto no local. “Para George Floyd, a ambulância foi o seu carro funerário”, disse.

Os médicos legistas que realizaram o relatório disseram também que Floyd não tinha patologias que tivessem levado à sua morte, segundo a agência Reuters.

“As provas são consistentes com a asfixia continuada como causa de morte e o homicídio como forma de morte”, explicou a Dra. Allecia Wilson, da Universidade de Michigan, que conduziu a autópsia com Michael Baden, um antigo médico legista de Nova Iorque.

Michael Baden além de concordar com as conclusões de Wilson, afirmou que a morte se tratou de um homicídio. A Reuters salienta que Baden trabalhou em vários casos de grande notoriedade, incluindo no da morte de Eric Garner, em 2014.

“O George morreu porque precisava de respirar, de respirar ar”, disse o advogado Benjamin Crump. “Imploro a todos que se juntem à sua família para respirar — respirar pela justiça, respirar pela paz, respirar pelo nosso país e, mais importante, respirar pelo George”, reiterou.

O advogado pediu que a acusação de homicídio em terceiro grau contra o agente Derek Chauvin fosse agravada para homicídio em primeiro grau e que três outros agentes fossem acusados.