• Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião
Mais
  • Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião

Câmara de Lisboa coloca cartaz anti-Trump (e com erro) nas imediações da Web Summit

Este artigo tem mais de 9 anos

O cartaz coloca Lisboa como uma cidade livre que constrói pontes e não muros, fazendo referência à promessa eleitoral de Donald Trump. Pontes essas que escritas em inglês, não ficaram assim tão bem…

No dia seguinte ao inesperado desfecho das eleições norte americanas que deram a vitória a Donald Trump e o elegeram como novo Presidente dos Estados Unidos da América, surgiram nas imediações da Meo Arena, onde decorre a Web Summit, cartazes que abordam os recentes acontecimentos do outro lado do Atlântico.

No total, a autarquia colocou esta madrugada 25 muppis e três triptícos de três metros cada no Parque das Nações, junto ao antigo Pavilhão Atlântico.

Nos cartazes pode ler-se, em inglês, “Num mundo livre ainda pode encontrar uma cidade onde viver, investir e construir o seu futuro, construíndo pontes e não muros. Chamamos-lhe Lisboa”.

Os internautas não deixaram escapar e escrutinaram, de imediato, o cartaz tendo detetado um erro na palavra ‘bridges’. A internet, como seria de esperar, não perdoou:

Segundo fonte da autarquia citada pelo Expresso, a ideia era associar o encerramento da cimeira tecnológica “às mudanças políticas que estamos a viver no planeta”.

Além dos cartazes, a Câmara de Lisboa também já fez um vídeo com as mesmas referências políticas.

Uma das ideias mais fortes de Donald Trump durante a campanha eleitoral norte-americana foi a da construção de um muro na fronteira com o México, para travar a imigração ilegal. Muro esse que Trump iria obrigar o México a pagar.

[facebook url=”https://www.facebook.com/camaradelisboa/videos/1330108310342449/”/%5D

Veja também

Em Destaque

Últimas