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“A Hepatite não pode esperar”, campanha apela ao rastreio das “Hepatites Virais”

A nova campanha da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) lançou uma campanha para apelar ao rastreio contra as hepatites virais que Paula peixe, Presidente da APEF, considera “um grave problema de saúde pública em Portugal”.

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A iniciativa surge no âmbito do Dia Mundial das Hepatites, que se assinala a 28 de julho, segundo divulgado à imprensa. O objetivo é alertar a população para o diagnóstico das hepatites e de forma a “evitar a transmissão de novas infeções e sobre o seu eficaz tratamento”.

A hepatite é uma “inflamação das células do fígado, podendo ter várias causas, nomeadamente os vírus da Hepatite A, B, C, D e E, sendo a B e a C as que têm maior impacto na saúde pública”.

A Presidente da APEF alerta que “os doentes com hepatite não apresentam sintomas e, quando estes surgem alertam para uma doença já mais avançada”. Em Portugal, afeta “mais de 50 mil pessoas, muitas ainda por diagnosticar”.

Em termos globais, as “Hepatites Virais B e C afetam cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo, provocando 1,4 milhões de mortes por ano”.

Contudo, a “Hepatite é evitável, tratável e, no caso da Hepatite C, curável”. Paula Peixe apela ao rastreio de forma a não se discriminar a si mesmo , nem se sentir discriminado.

Em Portugal, “a vacinação contra a Hepatite B faz parte do Programa Nacional de Vacinação desde 1995, contribuindo para a redução significativa da incidência desta doença”.

Não deixe de cuidar de si, pois a “identificação da hepatite e fazer o tratamento é, também, uma forma de proteger os outros e de se proteger a si próprio das formas mais graves da doença”.

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