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Salvar a coroação de Carlos III, a nova missão para James Bond

Este artigo tem mais de 3 anos

O lendário agente britânico James Bond está numa corrida contra o tempo para salvar a coroação de Carlos III. É esta a narrativa de um novo romance a ser publicado pouco antes da cerimónia de 6 de maio, anunciaram os seus editores.

O autor e ator Charlie Higson foi contratado para escrever o livro, no qual Bond deve desmantelar os planos do excêntrico Athelstan de Wessex para sabotar a luxuosa cerimónia de coroação na Abadia de Westminster, informa a Ian Fleming Publications.

Higson, de 64 anos, já escreveu cinco romances da série “Young Bond”, que conta as aventuras adolescentes do mítico agente ficcional criado por Ian Fleming.

Este novo livro, que começará a ser vendido a partir de 4 de maio, dois dias antes da coroação de Carlos III, terá como título “On His Majesty’s Secret Service” (“A Serviço Secreto de Sua Majestade”, em tradução literal), versão no masculino do título que Fleming deu ao seu décimo romance, publicado a 1 de abril de 1963, “On Her Majesty’s Secret Service”, em referência à rainha Isabel II.

“Quando a Ian Fleming Publications me propôs a ideia de escrever uma história de Bond para adultos há pouco mais de um mês, emocionei-me, até que me dei conta de que tinha de estar pronta para a coroação em maio”, disse Higson.

“Tê-lo escrito e entregue em tão pouco tempo ia ser tão tenso e emocionante quanto qualquer missão de Bond”, acrescentou, brincando que pelo menos não terá de se desviar de nenhuma bala.

Higson prometeu o cocktail habitual de “sexo, violência, carros, um vilão excêntrico com capangas desagradáveis e, claro, o próprio Bond”.

Os lucros obtidos com as vendas do livro serão destinados ao National Literacy Trust, que contribui para a alfabetização de crianças com necessidades.

“A coroação do rei Carlos III é uma ocasião transcendental para o país”, afirmou a diretora da Ian Fleming Publications, Corinne Turner. “Perguntámo-nos como poderíamos celebrá-la”, no 60.º aniversário do romance de Fleming, “e a resposta pareceu óbvia”, completou.

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