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Rádio pública celebra 90 anos com emissão especial de 12 horas

A rádio pública portuguesa celebra, na próxima segunda-feira, 90 anos de emissões ininterruptas ao serviço da informação, da cultura e da memória coletiva do país. Para assinalar a data, a Antena 1 preparou uma emissão especial de 12 horas em direto, entre as 8h e as 20h, que contará com depoimentos históricos, convidados especiais e…

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Desde os primeiros tempos da radiodifusão até ao presente, a rádio pública acompanhou a história de Portugal e do mundo. Ao longo de nove décadas, marcou gerações com a sua missão de informar, entreter e unir os ouvintes — valores que estarão em destaque ao longo da emissão comemorativa, informa a rádio em comunicado.

A conduzir esta jornada festiva estarão José Carlos Trindade, Filomena Crespo e Miguel Freitas, acompanhados pelos jornalistas que diariamente asseguram o compromisso com a informação da estação.

A emissão será também um espaço de memória: do arquivo histórico da rádio ressurgem vozes como as de Igrejas Caeiro e Maria Leonor, e serão revisitados momentos marcantes como o relato do golo de Éder por Nuno Matos e Alexandre Afonso na final do Euro 2016, quando Portugal se sagrou campeão europeu de futebol.

Entre os muitos testemunhos preparados para este aniversário, destacam-se os de João Paulo Diniz, Júlio Isidro e diversas figuras da vida política e cultural do país — incluindo chefes de Estado e de Governo, que se juntam às comemorações com mensagens de parabéns.

A celebração dos 90 anos estender-se-á ainda a outras rádios do universo RTP, num dia dedicado à valorização de um meio enraizado no quotidiano dos portugueses.

Recorde-se que a rádio pública portuguesa, inicialmente Emissora Nacional, foi fundada a 1 de agosto de 1935, numa altura em que este meio assumia um papel central entre os diversos media. Ultrapassada pela televisão, a rádio continua, mesmo assim, a ter uma forte audiência.

“Aqui, Lisboa, Emissora Nacional!” foi com esta frase inaugurou oficialmente a rádio. O primeiro diretor foi o militar Henrique Galvão.

As primeiras emissões eram repartidas por dois períodos do dia, e costumavam reunir à volta dos aparelhos um grande número de pessoas.

Como noutros pontos do mundo, a Emissora Nacional assumiu grande relevância na divulgação da mensagem de propaganda do Estado Novo.

Antes do surgimento da televisão e do computador, a rádio ocupou uma posição central e a sua importância cresceu até aos anos 60, altura em que a televisão a substitui como principal instrumento de ligação ao mundo.

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