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Miguel Raposo e a arte de brincar aos atores

Este artigo tem mais de 3 anos

Já está disponível mais um episódio do podcast Acho Que Vais Gostar Disto! O desta semana tem como convidado o ator Miguel Raposo.

O episódio de hoje é especial porque falámos com Miguel Raposo (ao centro na foto), um dos atores portugueses mais versáteis da sua geração — e em mais novo até nem queria nada com a representação e só pensava em basquetebol e bandas! Sim, porque os seus dotes artísticos não se ficam pelos palcos. Faz música, dobragens (é a voz do Son Goku), cinema, televisão e ainda deu uma perninha no programa “Dança com as Estrelas”.

Quando lhe perguntámos se se considerava um dos “atores da moda”, por estar a trabalhar a um ritmo frenético (só nos últimos dois anos fez parte do elenco do musical “Chicago”, gravou “Golpe de Sorte”, “Quer o Destino”, “O Pôr do Sol”, “Da Mood”, “Lua de Mel”, “O Pai Tirano” e ainda vem aí a série “O Crime do Padre Amado” e o filme “O Esqueleto”), respondeu simplesmente que não. “Há sempre qualquer coisa a fazer”, conta-nos.

Foi uma conversa animadamente fluída e descomplicada, que abordou vários aspectos da sua vida, como o facto de ter crescido no seio de uma família ligada aos palcos. Filho de José Raposo e Maria João Abreu, Miguel falou da admiração que sente pelo pai (e ainda contou uma história de bastidores bem caricata) e do irmão, Ricardo Raposo.

Pelo meio, houve ainda tempo para discutir as mazelas físicas que as mais de mil páginas de “A Piada Infinita” (David Foster Wallace) podem fazer à cana do nariz de uma pessoa e do talento de Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) ou de Rui Melo, ator com quem contracena na série “Da Mood”.

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