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Dead Combo anunciam fim: “Decidimos acabar, mas acabar em grande”

Este artigo tem mais de 6 anos

Juntos desde 2003, os Dead Combo anunciaram esta terça-feira o fim da banda. Antes, voltarão aos palcos com uma tour, que começará no final deste ano e acabará em 2020.

“Decidimos acabar, mas acabar em grande. Não é um final triste, há muita coisa para ser celebrada”, dizem na nota publicada hoje na conta de Facebook da banda.

“Poderíamos começar pela razão que nos leva a escrever esta carta, que é abrir-vos o jogo. Sim, é por aqui que iremos começar”, lança a dupla composta por Tó Trips e Pedro Gonçalves na rede social.

“A razão destas palavras é simples: são vocês (…), as pessoas que acreditaram e apoiaram este duo que já dura há 16 anos”, explicam, para logo a seguir dizerem: “Achámos que por este voto de confiança, devíamos ser honestos e dar-vos a escolher entre estar presentes ou ausentes nestes próximos tempos da nossa banda”.

Isto porque “2020 não será um ano qualquer”, afirmam. 2020 será o ano em que a banda termina.

Se o encontro entre os dois “foi uma descoberta, uma grande amizade, um diálogo musical, um universo que se foi adensando e clarificando; se todos estes anos foram uma grande festa nas [suas] vidas, não poderia ser de outra forma o final”.

“De uma forma concreta, acabamos como começámos: os dois. Voltamos aos palcos com uma tour, num passeio pela nossa história. Começará no final de 2019 e acabará em 2020”, revelam.

No ano passado, os Dead Combo lançaram “Odeon Hotel”, sexto álbum de originais assinado pelo baixista Pedro Gonçalves e pelo guitarrista Tó Trips, gravado em Lisboa ao longo de um ano, com produção do músico norte-americano Alain Johannes.

O álbum tem 13 músicas, entre as quais “Deus me dê grana”, e na gravação entraram ainda os músicos Alexandre Frazão (bateria), Bruno Silva (viola d’arco), Mick Trovoada (percussão) e João Cabrita (sopros).

A eles juntaram-se ainda o músico norte-americano Mark Lanegan, a interpretar o poema “I know, I alone”, de Fernando Pessoa, e o produtor e multi-instrumentista Alain Johannes.

Os Dead Combo surgiram em 2003, com Pedro Gonçalves e Tó Trips a criarem composições instrumentais marcadas pelo rock, pelos blues, pela tradição da música portuguesa e com influências que se estendem a África e à América Latina.

Já editaram álbuns como “Dead Combo – Quando a alma não é pequena”, “Lusitânia Playboys”, “Lisboa mulata” e “Dead Combo e as cordas da má fama”.

(Notícia atualizada às 10h49)

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