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Travis Kalanick, cofundador da Uber, vai deixar empresa por completo

Este artigo tem mais de 6 anos

O ex-presidente e cofundador da Uber, Travis Kalanick, vai sair do conselho de administração da empresa no dia 31 de dezembro.

“Empreendedor em série” – é assim que o ex-diretor-executivo da polémica Uber se identifica na rede social Twitter. Os outros, porém, descrevem-no frequentemente de outras formas, nem sempre simpáticas.

CEO da Uber entre 2010 e 2017, Kalanick é acusado de ter estimulado práticas de condução empresarial agressiva, baseadas no machismo e no assédio laboral.

“A Uber fez parte da minha vida nos últimos dez anos. Ao acabar a década pareceu-me um bom momento para me concentrar nas minhas atividades atuais e iniciativas filantrópicas”, afirmou Kalanick, citado no comunicado da Uber.

Em março de 2018, Kalanick anunciou a criação de um fundo de investimentos destinado a financiar projetos com fins lucrativos e não lucrativos.

Batizado “10100” (“ten-one-hundred”), o fundo focar-se-á nos setores imobiliário, comércio online e em projetos inovadores na China e na Índia, ao passo de que os projetos com fins não lucrativos estarão ligados à educação e ao futuro das cidades.

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