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Valença: homem detido por incêndio florestal fica em prisão preventiva

Um homem de 52 anos foi detido em flagrante delito pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Valença, após ter sido apanhado a atear fogo numa zona florestal da freguesia de Cristelo Covo, concelho de Valença. O indivíduo, residente em Arão, foi intercetado no sábado, 30 de agosto, e esta terça-feira viu-lhe ser…

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De acordo com a GNR, entre as 13h07 e as 14h11 daquele dia surgiram pelo menos cinco focos de incêndio em rápida sucessão, a partir de um ponto próximo do Centro Coordenador de Transportes de Valença. Graças à rápida intervenção das autoridades e dos meios de combate, os fogos foram controlados antes de provocarem danos significativos.

As patrulhas no terreno permitiram detetar o suspeito em flagrante, enquanto utilizava um isqueiro para provocar ignições. O objeto foi apreendido e o homem detido de imediato, sendo depois conduzido para a cela de detenção, aguardando o primeiro interrogatório judicial.

O Tribunal Judicial de Valença decidiu esta terça-feira que o suspeito aguardará o desenrolar do processo em prisão preventiva.

A operação contou com a colaboração das patrulhas dos Postos Territoriais de Valença e Vila Nova de Cerveira, num dispositivo que a GNR garante manter ativo durante todo o verão, período de maior risco de incêndios florestais.

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana sublinha que a prevenção e combate aos fogos rurais continuam a ser uma das suas prioridades, com particular foco na vigilância das áreas florestais e na responsabilização criminal de quem provoca incêndios.

A força de segurança relembra ainda que as queimas e queimadas estão entre as principais causas de incêndios em Portugal. Sempre que o índice de risco de incêndio seja “muito elevado” ou “máximo”, é proibida a realização de queimadas, fogueiras e queimas de amontoados. Fora destes períodos, estão sujeitas a autorização ou comunicação prévia.

A GNR apela ao cumprimento rigoroso das regras de segurança, aconselhando que qualquer queima seja realizada sempre com acompanhamento e que se transporte consigo um telemóvel para eventuais situações de emergência.

Além disso, reforça que através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) mantém ativa a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520), disponível 24 horas por dia para denúncias ou esclarecimentos relacionados com infrações ambientais.

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