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Uber perde licença para operar em Londres. Renovação foi negada por “falhas” que colocam em risco a segurança dos passageiros

Este artigo tem mais de 6 anos

O organismo gestor dos transportes de Londres decidiu, esta segunda-feira, não renovar a licença da Uber, alegando “falhas” que colocam em risco a segurança dos passageiros. A operadora poderá recorrer da decisão e continuar a funcionar enquanto decorrer o processo de recurso.

A Uber “não está apta a ter uma licença”, afirmou a autoridade de transportes em comunicado, assegurando ter “identificado um padrão de falhas por parte da companhia, que inclui várias infrações que colocam em risco os passageiros e sua segurança”.

Por esta razão, “o Transport for London (TfL) concluiu que não concederá à Uber London Limited uma nova licença de operador privado em resposta ao seu último pedido”.

Segundo explica a Reuters, uma mudança nos sistemas da Uber permitiu que motoristas não autorizados enviassem fotos suas para as contas de outros motoristas, acabando estes por transportar passageiros como se fossem o motorista reservado.

A Transport for London (TfL) informa que isto aconteceu em pelo menos 14 mil viagens.

“É inaceitável que o Uber tenha permitido que os passageiros entrassem em veículos com motoristas potencialmente sem licença e sem seguro”, disse Helen Chapman, da TfL, esta segunda-feira, citada pela Reuters.

A empresa, sediada em Silicon Valley, na Califórnia (EUA), tem 21 dias para recorrer da decisão e pode continuar a operar durante o período em que decorrer o processo de recurso.

Este bloqueio é mais um revés para as operações da empresa em Londres. Em setembro, as autoridades dos transportes concederam uma prorrogação de dois meses da licença, depois de ter expirado um acordo anterior de 15 meses. A renovação da permissão estava sujeita a uma melhoria da segurança dos passageiros.

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