“Eu vi um drone a quatro metros da minha cabeça. Chamei alguém, estávamos a olhar para o drone, logo acima das nossas cabeças. Parou perto de nós e em seguida moveu-se lentamente para a parte dianteira do barco. E atirou uma bomba na parte da frente do deque. Houve uma grande explosão, um fogo grande”, começou por dizer Miguel Duarte, que foi questionado pela imprensa sobre a certeza deste ataque.
“Deixe-me ser claro. 100% de certeza que foi um drone que atirou uma bomba na parte da frente do barco. Estou bem, mas podíamos ter sido mortos”, revelou.
https://twitter.com/globalsumudflot/status/1965248552931917894?s=46&t=uo6Ovj3-Nndi7xoiPcuioQOs relatos de Miguel Duarte surgem após as autoridades tunisinas terem negado as alegações de que o navio tinha sido atacado por um drone.
Um porta-voz da Guarda Nacional da Tunísia disse à agência de notícias Agence France-Presse que “nenhum drone” foi detectado e que a investigação estava em curso.
A flotilha de ajuda humanitária partiu de Barcelona na semana passada e chegou à Tunísia no domingo.
