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Trump diz ter “poder discricionário” para escolher jornalistas na Casa Branca

Este artigo tem mais de 7 anos

A administração Trump considera que tem “poder discricionário” para escolher os jornalistas que cobrem a Casa Branca, respondendo à ação legal da CNN sobre a revogação da credenciação de Jim Acosta.

O governo dos EUA considera que “foi legal” a decisão de punir o jornalista da CNN Jim Acosta pelo seu comportamento, depois de este ter insistido em colocar perguntas que Donald Trump considerou despropositadas, durante uma conferência de Imprensa, na passada semana.

A CNN interpôs uma ação legal contra Donald Trump e alguns assessores da Casa Branca, considerando que os direitos de liberdade de expressão e de Imprensa do jornalista e da estação televisiva foram violados.

Em resposta a uma ação cautelar da CNN para restaurar o acesso de Jim Acosta, a administração Trump considera que o Presidente tem “poder discricionário para administrar o acesso à Casa Branca”, num documento hoje enviado aos tribunais e assinado por vários responsáveis do Departamento de Justiça, incluindo o adjunto do secretário de Estado, Joseph Hunt.

A estação televisiva Fox News, considerada muito próxima de Donald Trump, anunciou hoje que é solidária com a rival CNN nesta ação legal.

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