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TAP: Novo presidente informou sobre possível reestruturação da Comissão Executiva

Este artigo tem mais de 3 anos

O administrador operacional da TAP, Ramiro Sequeira, disse hoje que o novo presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva, Luís Rodrigues, informou a equipa sobre uma possível reestruturação da estrutura executiva.

“Foi-nos dada a conhecer uma possível reestruturação da Comissão Executiva e, nesse sentido, o que lhe posso dizer é que estamos em conversas, o acionista, o CEO [Luís Rodrigues] e eu”, respondeu Ramiro Sequeira ao deputado social-democrata Hugo Carneiro, na comissão parlamentar de inquérito à TAP.

Segundo o Expresso, Ramiro Sequeira foi convidado a sair da Comissão Executiva, avançando ainda que poderá vir a ser substituído por Mário Chaves, braço direito de Luís Rodrigues na SATA e atual presidente da Portugália.

“Se eu estou de saída? Que eu saiba, não”, respondeu o também antigo presidente executivo interino da companhia aérea.

Ramiro Sequeira é o último sobrevivente da equipa executiva original da ex-presidente executiva, Christine Ourmières-Widener, eleita em assembleia-geral em 24 de junho de 2021, que era composta também por Alexandra Reis (saiu em fevereiro de 2022 e entrou para a equipa Sofia Lufinha em julho), Sílvia Mosquera (renunciou em março e sai em junho) e João Weber Gameiro (renunciou em outubro de 2021 e foi substituído por Gonçalo Pires).

O administrador assumiu o cargo de presidente executivo interino nos meses que separaram a saída de Antonoaldo Neves e a chegada de Christine Ourmières-Widener, tendo estado presente em algumas reuniões técnicas sobre o plano de reestruturação que viria a ser aprovado no final de 2021.

Questionado pelo deputado socialista Hugo Carvalho sobre qual era a alternativa àquele plano, que envolveu despedimentos e cortes salariais, Ramiro Sequeira disse que “era o fecho da companhia”, tendo em conta a “queima de caixa” diária de cerca de 80 milhões de euros, durante as restrições à mobilidade devido à pandemia.

Já sobre a venda da TAP à concorrente espanhola Iberia, o administrador não quis falar sobre companhias concretas, mas disse apenas que, do ponto de vista conceptual, não é “tão linear assim” que a proximidade das operações seja prejudicial à companhia.
Ramiro Sequeira lembrou que um dos maiores ativos de uma companhia aérea são os ‘slots’ (faixas horárias), que, se forem respeitados, não podem lhe podem ser retirados.

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