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Desde o o início da atual vaga de incêndios, Portugal já recebeu mais ajuda na sequência dos acordos bilaterais com Espanha e Marrocos, que possibilitaram a chegada de dois aviões canadair para reforçar o combate às chamas.
Segundo Paulo Simões Ribeiro, a decisão de acionar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil foi tomada nas últimas 24 horas devido a dois fatores principais: o incêndio de grandes proporções na Lousã, que se juntou a outras ocorrências já ativas no país, e uma situação anormal de ventos durante a noite, com rajadas que atingiram os 70 km/h, dificultando as operações de combate, sobretudo em quatro grandes incêndios na região Centro.
O secretário de Estado explicou que a reunião com Marcelo Rebelo de Sousa teve como objetivo informar o chefe de Estado sobre as razões para recorrer ao mecanismo europeu.
