• Atualidade
  • Economia
  • Desporto
  • Vida
  • Tecnologia
  • Local
  • Opinião
Mais

Rússia diz que eventual expulsão do G20 “não será mortal” para o país

Este artigo tem mais de 4 anos

A Rússia afirmou hoje que a sua eventual expulsão do G20 devido à “operação militar especial” na Ucrânia “não será mortal”, embora tenha sublinhado a importância da cooperação nesse formato.

“Quanto ao formato do G20, é importante. Entretanto, nas atuais circunstâncias, quando a maioria dos membros está em estado de guerra económica connosco, a eventual exclusão de Moscovo não será mortal”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, na conferência de imprensa diária.

Segundo Peskov, “nestas condições de violação de todas e de cada uma das normas da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do direito internacional, é necessário construir novos vetores de relações em todas as áreas”.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse na quinta-feira que a Rússia deveria ser expulsa do G20 e alertou ainda que o seu governo “responderá” se Moscovo usar armas químicas em território ucraniano.

Durante uma conferência de imprensa após participar nas cimeiras da NATO do G7, em Bruxelas, Biden acrescentou que a resposta dos Estados Unidos dependeria da “natureza do uso” de armas químicas na Ucrânia pela Rússia.

“Nossa resposta seria proporcional”, enfatizou Biden da sede da NATO.

A Rússia confirmou, na quarta-feira, a intenção de Vladimir Putin em participar na cimeira do G20 [grupo que reúne as maiores economias do mundo] na Indonésia, em novembro e, para já, o país anfitrião manteve o convite ao Presidente russo.

A Rússia foi suspensa indefinidamente do grupo dos oito países mais industrializados do mundo (G8 – que voltou agora a ser G7) em 2014, após a anexação da península ucraniana da Crimeia.

Veja também

Em Destaque

Últimas