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Rui Tavares e a vice-presidência da AR: “Estou-me nas tintas se o Chega faz birra ou não”

Este artigo tem mais de 4 anos

Catarina Santos Botelho, constitucionalista, e Rui Tavares, político, falam do cordão sanitário ao Chega, das decisões do Tribunal Constitucional (repetição de eleições no círculo da Europa e inconstitucionalidades do governo em matéria Covid), e da tão falada revisão Constitucional.

Afinal, o cordão sanitário ao Chega na Assembleia da República resulta ou não? É que em causa não está apenas a vice-presidência, mas a participação na Conferência de Líderes ou a presidência de diversas Comissões Parlamentares. Por exemplo.

E António Costa pode mesmo recusar-se a receber André Ventura? O que diz a Constituição da República Portuguesa sobre o assunto? Para Rui Tavares, deputado recém eleito pelo Livre – e agora à espera da tomada de posse adiada – diz que o Chega vai sempre vitimizar-se, “esse génio já saiu da lâmpada há muito tempo.”

Catarina Santos Botelho, professora de Direito Constitucional, avisa que, caso o Chega venha a interpor recurso, não vê como será possível ao Tribunal Constitucional apreciar uma questão que é política. E explica porquê.

Ambos concordam que há normas na Constituição que estão obsoletas e que poderia haver mudanças cirúrgicas, mas defendem que não é isso que impede os governos de fazerem reformas estruturais no país. Ou seja, os políticos estão a usar a Constituição como bode expiatório para não tomarem determinadas decisões.

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