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PSD já tem Comissão Autárquica para preparar eleições do próximo ano

Este artigo tem mais de 6 anos

O PSD já tem uma Comissão Autárquica para começar a preparar as eleições do próximo ano, constituída por cinco dirigentes que são ou foram presidentes de Câmara.

A decisão foi tomada pela Comissão Política Nacional (CPN) do PSD, que reuniu na quarta-feira, e anunciada hoje pelo partido.

Integram esta Comissão Autárquica Nacional o secretário-geral José Silvano (que já foi autarca de Mirandela), o vice-presidente Salvador Malheiro (atual presidente da Câmara de Ovar), a vice-presidente Isaura Morais (ex-autarca de Rio Maior), Fátima Ramos (ex-presidente da Câmara de Mirando do Corvo) e Hélder Silva, que lidera a Câmara de Mafra e preside aos Autarcas Sociais-Democratas.

A Comissão, segundo a nota do PSD, irá “começar já a trabalhar com as estruturas locais” na preparação das autárquicas.

“Numa primeira fase, esta comissão trabalhará com as comissões políticas distritais e concelhias para acompanhar quotidianamente as atividades das diversas autarquias”, refere a nota.

A CPN aprovou ainda, por unanimidade, os novos secretários-gerais adjuntos do PSD, mantendo-se nesta função Hugo Carneiro – sai o deputado Bruno Coimbra – e entram dois novos nomes, João Montenegro, que já ocupou estas funções durante a liderança de Pedro Passos Coelho, e Francisco Figueira, vice-presidente da distrital de Évora.

Foi ainda aprovada na reunião de quarta-feira da direção alargada a criação da “Comissão de Restruturação do PSD + GP” (Grupo Parlamentar), com o objetivo, segundo o partido, de “otimizar os recursos humanos e financeiros disponíveis”.

Esta comissão é constituída pelo presidente Rui Rio, pela vice-presidente Isaura Morais, pelo primeiro vice-presidente do grupo parlamentar Adão Silva – que anunciou hoje que será candidato à liderança da bancada -, António Carvalho Martins, vogal da direção, e o secretário-geral adjunto Hugo Carneiro.

O partido justifica a criação desta nova estrutura por considerar que “muitas vezes os partidos políticos têm tendência a relegar para o plano secundário a sua gestão administrativa e financeira por força da pressão pública e mediática a que estão sujeitos no seu quotidiano”.

 

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