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PSD Guarda considera inadmissível atraso de apoio à imprensa regional

Este artigo tem mais de 5 anos

O PSD da Guarda classificou hoje de “inadmissível” que, ao fim de três meses, a imprensa regional continue sem receber o anunciado apoio do Governo, através de compra de publicidade antecipada para fazer face às dificuldades criadas pela covid-19.

Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a Comissão Política Distrital do PSD da Guarda lembra que, em maio, o Governo anunciou um apoio de 15 milhões de euros para a comunicação social, com a compra antecipada de publicidade institucional e que ficou garantido que 25% desse valor seria canalizado para a imprensa de âmbito local e regional.

Salientando que a resolução do Conselho de Ministros foi publicada em 19 de maio, o PSD frisa que “já passaram três longos meses de grandes dificuldades para a imprensa local e regional, sem que o governo tenha transferido um cêntimo que seja para estes órgãos de comunicação social”.

“Este atraso do Governo para com a imprensa local e regional é inadmissível”, aponta aquela estrutura.

Para o PSD, esta situação mostra que, “à boa maneira socialista, as promessas são feitas para iludir e para acalmar os ânimos”.

“Os diplomas são publicados e os apoios ou nunca chegam ou tardam em chegar, colocando em enorme angústia este setor de atividade, já por si frágil face à redução drástica de receitas publicitárias que sofrem nos últimos tempos”, acrescenta.

Os sociais-democratas dizem ainda que o Governo “tem de ser responsabilizado” por estar a “lesar e a desprezar os órgãos de comunicação social local e regional com este incompreensível e lamentável atraso”.

“É de elementar justiça que a imprensa local seja apoiada em tempo oportuno, pois desempenha um papel imprescindível na divulgação de informação útil aos cidadãos de um Portugal quase sempre esquecido pelo centralismo”, fundamenta.

A estrutura partidária liderada por Carlos Condesso sublinha ainda que “este setor de atividade também emprega um considerável número de cidadãos e que também paga salários e impostos”, pelo que “não compreende esta longa demora na chegada dos apoios anunciados”.

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