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Segundo a Direção-Geral de Reinserção e dos Serviços Prisionais (DGRSP), o programa foi reformulado e foram formados 38 técnicos, mas “em termos práticos, ainda não foi implementado junto da população reclusa”.
Atualmente, há 86 pessoas presas pelo crime de incêndio florestal em Portugal — o número mais alto desde que há registos, em 2013. Destas 86, 40 cumprem pena de prisão efetiva, 25 estão internadas por inimputabilidade, 16 aguardam julgamento em prisão preventiva e cinco esperam decisão definitiva, de acordo com a SIC Notícias.
O programa foi inicialmente adaptado de um modelo britânico, mas os testes realizados revelaram que o formato não se adequa ao perfil dos reclusos portugueses.
A DGRSP admite agora um possível reajustamento para aplicação em penas e medidas na comunidade. Além dos reclusos, há 13 pessoas sob vigilância eletrónica por crimes relacionados.
