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Presidente russo mantém “calma absoluta” perante acusações britânicas sobre o ex-espião

Este artigo tem mais de 8 anos

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, mantém a “calma absoluta” perante as acusações de Londres contra Moscovo sobre a investigação ao envenenamento do ex-espião duplo russo Sergueï Skripal e da sua filha Yulia, disse hoje o Kremlin.

“Como podem ver, o Presidente Putin mantém a calma e a serenidade absolutas” e, “ao contrário” da primeira-ministra britânica, Theresa May, “mostra-se muito correto”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em entrevista à televisão russa NTV, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

Para Peskov, as acusações de Londres em relação ao caso Skripal são uma “desfaçatez inaudita sem precedentes” que roça o “banditismo” em assuntos internacionais. “Mas a nossa tarefa agora é enfrentar essa provocação”, declarou.

Skripal, de 66 anos, e a filha, de 33, continuam hospitalizados em estado crítico, mas estável, desde que inalaram, a 4 de março, em Salisbury, no sudoeste de Inglaterra, onde residem, um gás neurotóxico chamado Novichok, de fabrico russo, segundo as autoridades britânicas.

O envenenamento de Sergueï Skripal desencadeou uma grave crise nas relações já tensas entre Moscovo e o Ocidente e foi seguido da expulsão de 23 diplomatas russos de território britânico e do congelamento das relações bilaterais.

A Rússia, que clama inocência, anunciou como represália a expulsão de diplomatas britânicos do seu território e pôs fim às atividades do British Council no país.

 

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