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Polónia deixa de fornecer armas à Ucrânia, afirma primeiro-ministro

Este artigo tem mais de 2 anos

O primeiro-ministro da Polónia afirmou que o país não vai fornecer mais armas à Ucrânia. Mateusz Morawiecki justificou o corte pelo facto de a própria Polónia estar agora a desenvolver e a equipar as suas forças armadas.

“Fomos os primeiros a fazer muito pela Ucrânia e é por isso que esperamos que eles compreendam os nossos interesses”, disse o primeiro-ministro polaco, após a proibição de Varsóvia às importações de cereais ucranianos.

Segundo Mateusz Morawiecki “já não estamos a transferir armas para a Ucrânia, porque estamos agora a equipar a Polónia com armas mais modernas”. A resposta veio quando questionado por um jornalista sobre se Varsóvia iria continuar a apoiar Kiev, apesar da falta de acordo sobre as exportações de cereais.

A Polónia tem sido um dos países que têm apoiado a Ucrânia após a invasão russa em fevereiro de 2022 e é um dos principais fornecedores de armas a Kiev. O país acolhe também cerca de um milhão de refugiados ucranianos, que beneficiaram de vários tipos de ajuda estatal, mas nos últimos tempos a tensão entre a Polónia e a Ucrânia têm subido de tom, com o facto da proibição da Polónia às importações de cereais ucranianos para proteger os interesses dos seus agricultores e justificarem uma possível quebra de relações.

 

(artigo corrigido às 13h10)

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