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Porthos: PJ suspeita de corrupção ativa e tráfico de estupefacientes nos portos marítimos de Lisboa, Setúbal e Sines

Este artigo tem mais de 1 ano

Em causa está a entrada de um carregamento de cocaína vindo da África do Sul e com destino à Europa, em troca de dinheiro. A polícia judiciária está a investigar o caso, que visa funcionários das alfândegas, acusados de beneficiar organizações criminosas dedicadas ao transporte de elevadas quantidades de cocaína a partir da América Latina.

A operação “Porthos” está a decorrer nos portos marítimos de Lisboa, Setúbal e Sines e investiga o uso dos portos marítimos nacionais como porta de entrada de produtos estupefacientes no continente europeu, nomeadamente da Colômbia e do Brasil, “dissimulados em diversos produtos acondicionados em contentores”, explica a PJ, em nota de imprensa.

A acusação compreende a prática de crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de estupefacientes e branqueamento de capitais. Estão a ser realizados 32 mandados de busca, dos quais 14 domiciliárias e 18 não domiciliárias, para recolha de elementos de prova complementares.

A operação “Porthos” conta ainda com “a presença de 150 inspetores e peritos de diversas unidades de apoio da PJ, e é acompanhada por quatro magistrados do Ministério Público”, refere.

De momento, a PJ não consegue adiantar mais informação, diz em entrevista ao SAPO24. Sabe-se, no entanto, que a denúncia foi interna.

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