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Polícia Federal prendeu Jair Bolsonaro. É uma medida preventiva e não cumprimento de pena

Jair Bolsonaro foi hoje, pelas 6h de Brasília (9h em Portugal), preso e levado para a Superintendência da Polícia Federal, sendo que esta detenção é uma medida cautelar e não cumprimento de pena. A prisão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

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A Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente Jair Bolsonaro na sua casa, no condomínio do Jardim Botânico, em Brasília, este sábado, avança a CNN Brasil, tendo sido levado numa viatura descaracterizada, numa operação que envolveu cinco viaturas e 25 agentes da polícia.

A prisão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após o ex-presidente ter violado o uso de pulseira eletrónica, assim elevado risco de fuga durante a vigília convocada pelo filho, Flávio Bolsonaro.

No entendimento de Moraes, a proximidade da residência de Bolsonaro da embaixada dos Estados Unidos da América, cerca de 13 quilómetros, também era um indicativo de que este poderia tentar escapar de uma eventual prisão.

O antigo presidente está agora num espaço reservado, na Superintendência da Polícia Federal. Em declarações à TV Globo, os advogados de Bolsonaro afirmaram que não foram informados da prisão do político até as 6h40.

Em nota deixada no seu site, a Polícia Federal explicou que “cumpriu neste sábado (22/11), em Brasília/DF, um mandado de prisão preventiva em cumprimento a decisão do Supremo Tribunal Federal”.

Ontem, a defesa de Bolsonaro apresentou um pedido urgente para que o ex-Presidente possa cumprir a pena em prisão domiciliária por razões de saúde, uma vez que tem, segundo os seus advogados, um “quadro clínico grave”, sofre “de “múltiplas comorbidades” e que uma transferência para uma prisão representaria “risco concreto à vida”. O Supremo Tribunal Federal terá ainda de tomar uma decisão sobre este pedido.

Já em prisão domiciliaria, recordar que Bolsonaro esteve no hospital após uma crise de vómitos, soluços, tensão arterial baixa e a um problema renal. Depois da saída do brasileiro do hospital, a equipa médica revelou que o antigo presidente foi diagnosticado com cancro de pele em fase inicial.

Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa violenta de abolição do Estado de Direito Democrático, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de património, estava em prisão domiciliária.

Notícia atualizada às 12h00 com a decisão de Alexandre de Moraes, ministro do STF.

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