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Operação Vórtex: Pinto Moreira nega “categoricamente” que tenha “recebido o que quer que seja”

Este artigo tem mais de 3 anos

O deputado do PSD Joaquim Pinto Moreira, que foi alvo de buscas no âmbito da operação Vórtex, negou hoje “categoricamente que tenha recebido o que quer que seja” e reiterou que está disponível para colaborar com a justiça.

“Nego categoricamente que tenha recebido o que quer que seja e nego categoricamente que tenha tido qualquer comportamento menos ético”, afirmou o deputado social-democrata e ex-presidente da Câmara Municipal de Espinho entre 2009 e 2021.

Numa declaração aos jornalistas no parlamento na qual não respondeu a perguntas, Pinto Moreira reiterou que está “totalmente disponível para colaborar com a justiça, no tempo e no modo que a justiça entender por conveniente”.

Pinto Moreira insistiu ainda que não foi constituído arguido no âmbito da operação Vórtex: “portanto, não conheço nenhuma imputação sobre mim”.

O Correio da Manhã noticia hoje que o Ministério Público alega que houve um suborno tanto a Pinto Moreira como a Miguel Reis, presidente da Câmara de Espinho eleito pelo PS que se encontra em prisão preventiva e que entretanto renunciou ao mandato autárquico, referindo uma escuta telefónica ao empresário Francisco Pessegueiro.

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