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Pedro Nuno Santos diz que é o povo quem paga quando a AD lida com crises

Este artigo tem mais de 1 ano

O secretário-geral do PS considerou hoje que quando a AD tem que lidar com uma crise “quem paga” é o povo, defendendo que o programa do seu partido não é “uma mentirinha” como o do PSD/CDS.

“Quando a AD tem que lidar com uma crise quem paga são sempre os mesmos, é o povo, é quem trabalha. E foi assim na crise com que eles tiveram que liderar sob a liderança de Pedro Passos Coelho”, afirmou Pedro Nuno Santos num comício, em Vila Real, que encerrou o sexto dia de campanha.

O líder socialista avisou que o país não está “em tempos normais”, que o clima “é de grande incerteza” e que se está “à beira de uma guerra comercial” e de “uma crise económica”.

“Nós sabemos como é que eles geram as crises. Agora imaginem a AD a fazer face a uma crise económica que está no horizonte acompanhada da IL. A AD acompanhada da IL é a coligação radical que vai pôr em causa o estado social, que vai aproveitar a crise para atacar o estado social, o SNS, as pensões, a escola pública”, disse, repetindo uma ideia já deixada ao longo do dia.

Pedro Nuno Santos sublinhou que o PS é um “esteio da estabilidade”.

“O PS foi sempre o porto seguro dos portugueses ao longo da história e dos momentos mais difíceis do país, o povo pode sempre contar com o PS”, frisou.

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