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Parque francês fecha devido a proibição de espetáculos com animais marinhos. Duas últimas orcas no país têm futuro incerto

Este artigo tem mais de 1 ano

O futuro dos 4.000 animais de 150 espécies diferentes — incluindo orcas, golfinhos, leões marinhos, tartarugas e peixes — permanece incerto. A ideia de transferência das orcas para Tóquio está a causar indignação entre ativistas.

Um parque marinho francês encerrou definitivamente devido a uma lei de 2021 que proíbe espectáculos com mamíferos marinhos, deixando um futuro incerto para as duas últimas orcas em cativeiro no país, centenas de outros animais e dezenas de funcionários, refere o The Guardian.

O encerramento do Marineland põe fim a uma história que começou quando o Conde Roland Paulze d’Ivoy de La Poype — considerado um herói da segunda guerra mundial — abriu o parque inteiramente dedicado à fauna marinha com base no que tinha visto nos EUA.

O encerramento do parque, no domingo, foi marcado pelo último espetáculo das duas orcas, Wikie e Keijo, que foram recebidas com aplausos pela multidão que assistiu ao último dia de funcionamento do parque Marineland.

As duas orcas enfrentam um futuro incerto, já que surgiu a ideia de serem transferidas para o Japão, uma medida a que a ministra francesa da Ecologia disse opor-se devido às fracas leis de Tóquio em matéria de bem-estar animal. Também vários ativistas mostraram o seu descontentamento.

Em março, a Marineland foi alvo de uma polémica depois de duas das suas orcas terem morrido com cinco meses de diferença. Agora, o parque tem até dezembro de 2026 para resolver a situação dos dois animais que restam — e garante que a prioridade é “transferir todos os animais para as melhores instalações atualmente disponíveis”.

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