Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt
Netanyahu defende que o plano para tomar o controlo da Cidade de Gaza é a forma mais rápida de acabar a guerra. Afirma que o Hamas recusa entregar as armas e que Israel não tem outra opção senão completar a derrota do Hamas.
Cerca de 70 a 75% de Gaza já está sob controlo militar israelita, mas restam dois “bastiões” onde estarão militantes do Hamas: a Cidade de Gaza e as zonas centrais dos campos e moasis.
Netanyahu rejeita as críticas internacionais e ocidentais ao plano, afirmando que é a melhor forma e a mais rápida para terminar o conflito. Israel vai permitir que a população civil saia em segurança das zonas de combate para áreas designadas como “zonas seguras”, onde terão comida, água e cuidados médicos, como já aconteceu anteriormente.
O primeiro-ministro acusa o Hamas de tentar criar uma crise humanitária, enquanto Israel tem permitido a entrada de quase dois milhões de toneladas de ajuda desde o início da guerra. Netanyahu afirma ainda que os reféns detidos pelo Hamas são os únicos a serem “deliberadamente privados de comida” e que os relatos de fome na população civil são exagerados ou manipulados.
Após a derrota do Hamas, Netanyahu quer estabelecer uma administração civil em Gaza, com a demilitarização da região e a criação de uma zona de segurança na fronteira com Israel para prevenir futuros ataques. A guerra só terminará quando o Hamas se render e libertar todos os reféns. Israel está também a negociar com os Estados Unidos para aumentar a ajuda humanitária em Gaza, incluindo a possibilidade de envolver mais organizações internacionais, como a ONU, desde que não passem pelo Hamas.
