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Papa diz que visita a Kiev está “em cima da mesa” e alerta para risco de guerra prolongada

Este artigo tem mais de 4 anos

O Papa Francisco admitiu hoje que está a ser ponderada uma visita à Ucrânia, no dia em que alertou para o risco de “uma guerra prolongada e fria que pode sufocar a vida de povos e gerações inteiras”.

Questionado pelos jornalistas se está a levar em consideração o convite de ir a Kiev, Francisco respondeu: “sim, a em cima da mesa” uma viagem à Ucrânia.

Tanto o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, como o autarca de Kiev, Vitali Klitschko, convidaram o chefe da Igreja Católica a visitar o país para mostrar a sua proximidade com a população ucraniana, que está a sofrer numa guerra que o Papa tem criticado repetidamente.

Francisco e Zelensky conversaram, por telefone, em 22 de março, quando o Presidente ucraniano assegurou ao Papa que “é o convidado mais esperado no país”.

O Papa disse a Zelensky que está “a rezar e a fazer todo o possível para acabar com a guerra, provocada após a invasão da Rússia”.

O Papa chegou hoje ao arquipélago mediterrânico de Malta para uma visita de dois dias, informou a agência de notícias France-Presse (AFP).

Francisco embarcou no aeroporto de Fiumicino, em Roma, utilizando uma plataforma reservada a pessoas com mobilidade reduzida, segundo os jornalistas que o acompanhavam na viagem. O Papa, de 85 anos, sofre de ciática e de dores recorrentes na anca que o fazem coxear.

 

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