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OE2026: José Manuel Bolieiro satisfeito com Governo da República

O presidente do Governo dos Açores manifestou esta quinta-feira “satisfação” relativamente à proposta de Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), mas disse estar insatisfeito por ser mais um orçamento sem enquadramento de “uma revisão da Lei de Finanças Autónomas justa”.

“A primeira nota que eu quero dar sobre esta proposta apresentada pelo Governo na Assembleia da República, a proposta do Orçamento do Estado, é de satisfação, porque tal como ela está hoje conhecida — e eu não abdico de aprofundar todos os seus pormenores – mas, numa vista mais larga à data de hoje, é uma satisfação”, disse José Manuel Bolieiro aos jornalistas, em Ponta Delgada.

Segundo a proposta do OE para 2026 esta quinta-feira entregue no parlamento, os Açores vão receber 341,1 milhões de euros ao abrigo da Lei das Finanças das Regiões Autónomas, mais 21,9 milhões do que em 2025.

O líder do executivo regional açoriano de coligação PSD/CDS-PP/PPM acrescentou que a proposta “não compromete a anteproposta que o Governo dos Açores aprovou para submeter aos parceiros sociais”, através do Conselho Económico Social dos Açores e dos conselhos de Ilha.

“Todas aquelas que foram as nossas previsões estão asseguradas, com base nessa proposta do Orçamento do Estado e, portanto, não compromete a nossa anteproposta de Orçamento para [20]26 da Região Autónoma dos Açores”, sublinhou.

No entanto, José Manuel Bolieiro admitiu que tem “uma insatisfação”, por ser “mais um Orçamento do Estado que é apresentado sem um enquadramento de uma revisão da Lei de Finanças Autónomas justa”.

“E, por isso, não me conformo com a ideia de transferências extraordinárias, porque, na verdade, o que nós queremos é garantia justa de compromisso do Estado para com o desenvolvimento dos Açores, para com a coesão social e territorial e até a compensação do valor que os Açores acrescentam a Portugal”, explicou.

Pois, acrescentou, a região não está “só de mão estendida ao país em matéria de necessidade de apoio” para a coesão social e territorial, tal como também à União Europeia.

“Estamos a aportar valor acrescentado ao país e à União Europeia, que deve ser devidamente remunerado”, salientou.

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