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Novo ataque dos rebeldes ugandeses na República Democrática do Congo faz pelo menos 14 mortos

Este artigo tem mais de 4 anos

Pelo menos 14 pessoas morreram e 30 foram sequestradas num ataque alegadamente realizado por membros do grupo rebelde das Forças Democráticas Aliadas (ADF) no noroeste da República Democrática do Congo (RDC), segundo informaram hoje ativistas da sociedade civil.

O ataque ocorreu esta sexta-feira nas cidades vizinhas de Kisunga e Kamwanda, na província de Kivu do norte, onde os rebeldes também incendiaram um centro de saúde.

“Formos informados ontem [sexta-feira] à tarde, através da nossa rede de informações, deste ataque. Os assaltantes incendiaram o centro de saúde depois de o terem saqueado, tendo retirado medicamentos e vários materiais antes de o incendiarem”, referiu à Efe Kizito Bin Hango, um ativista local.

“Em Kisunga, os nossos colegas recolheram seis corpos queimados e outros oito foram encontrados no caminho percorrido pelos agressores, do lado de Kamwanga”, acrescentou o mesmo ativista.

De acordo com Hango, o número de vítimas mortais pode ainda aumentar uma vez que não se sabe o destino que os agressores reservaram para as pessoas que sequestraram.

A responsabilidade deste ataque é atribuía aos membros da milícia das Forças Democráticas Aliadas (FDA), que operam nesta zona em conjunto com os rebeldes Mai Mai.

O exército congolês está na área, tentando resgatar os desaparecidos.

O leste da RDCongo é cenário de atos de violência há mais de 25 anos devido à presença de vários grupos armados, locais e estrangeiros.

Apesar das operações militares realizadas nessa parcela do país, a ação dos grupos armados permanece ativa.

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