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Nova Zelândia vai proibir a corrida de galgos, conheça as razões

Este artigo tem mais de 1 ano

Estas representam 8,5% da indústria de corridas no valor de 760 milhões de dólares e cerca de 1000 empregos estão também em causa.

A Nova Zelândia anunciou nos últimos dias planos para proibir as corridas de galgos, devido a uma “inaceitavelmente elevada” de lesões por parte dos cães.

“Apesar do progresso significativo alcançado pela indústria das corridas de galgos nos últimos anos, a percentagem de cães feridos continua persistentemente elevada e chegou o momento de tomar uma decisão no melhor interesse dos animais. Esta não é uma decisão tomada de ânimo leve, mas é, em última análise, motivada pela proteção do bem-estar dos cães de corrida”, revelou o governo.

Refira-se que este desporto há muito vinha a enfrentar duras críticas neste país, sobretudo devido aos maus-tratos que os animais sofriam. Em 2021, por exemplo, 232 galgos de corrida morreram e 900 sofreram ferimentos.

O governo deu à indústria 20 meses para encerrar este desporto, de forma a arranjar forma de deslocar os animais e também para que as cerca de 1000 pessoas que trabalham neste setor possam arranjar outros empregos.

Refira-se que além da Nova Zelândia, as corridas comerciais de galgos são permitidas na Austrália, Irlanda, Reino Unido e EUA.

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